Lula convida Wellington César Lima e Silva para ser o novo ministro da Justiça.
- Giovana Cáceres

- 14 de jan.
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Nome com ampla trajetória jurídica e passagem por governos anteriores é escolhido em encontro no Planalto e terá nomeação publicada em edição extra do Diário Oficial.

O governo federal formalizou, na tarde desta terça-feira (13), o convite a Wellington César para integrar a estrutura do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A decisão foi tomada durante reunião no Palácio do Planalto, que contou com a presença do ministro interino Manoel Carlos de Almeida Neto.
A nomeação será oficializada ainda hoje, por meio de edição extra do Diário Oficial da União, consolidando mais um movimento de reorganização interna da pasta.
Wellington César acumula um currículo extenso na área jurídica e já ocupou posições estratégicas no Executivo e no Ministério Público. No atual governo, exerceu a função de Secretário Especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República.
Antes disso, foi ministro da Justiça durante o governo Dilma Rousseff, além de ter atuado como procurador-geral de Justiça do Estado da Bahia e procurador-geral de Justiça Adjunto para Assuntos Jurídicos, cargos que o colocaram no centro de decisões institucionais relevantes.
No campo acadêmico, Wellington construiu uma trajetória sólida. É mestre em Direito Penal e Criminologia pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e concluiu os créditos de doutorado na mesma área pela Universidade Pablo de Olavide, em Sevilha, na Espanha.
Também possui experiência como professor de Direito Penal em cursos de graduação e pós-graduação, o que reforça seu perfil técnico e voltado à formação jurídica.
A escolha de Wellington César sinaliza a manutenção de uma linha de gestão baseada na experiência institucional e no conhecimento técnico, especialmente em um momento em que temas ligados à Justiça, segurança pública e equilíbrio entre poderes seguem no centro do debate nacional.
A expectativa no Planalto é de que sua atuação contribua para dar continuidade às políticas em curso e fortalecer o diálogo jurídico dentro e fora do governo.




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