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Senadores de MS assinam pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro.

  • Foto do escritor: Giovana Cáceres
    Giovana Cáceres
  • 13 de jan.
  • 2 min de leitura

Nelsinho Trad e Tereza Cristina assinam requerimento enviado ao STF que cita riscos clínicos e defende cumprimento de medidas cautelares fora do sistema prisional.

Os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Tereza Cristina (PP-MS) estão entre os parlamentares que apoiaram o requerimento encaminhado ao Supremo Tribunal Federal solicitando a alteração do regime de cumprimento de pena do ex-presidente Jair Bolsonaro para prisão domiciliar.


A iniciativa, divulgada pelo site Conexão Política, tem como principal fundamento o estado de saúde do ex-mandatário e a alegação de que ele apresenta fatores de risco que demandariam cuidados médicos contínuos.


No documento enviado à Suprema Corte, os senadores argumentam que a prisão domiciliar permitiria o cumprimento integral das medidas cautelares já impostas pelo STF, como restrições de comunicação, controle rigoroso de visitas e acompanhamento médico permanente, sem prejuízo às decisões judiciais em vigor.


O texto sustenta que o regime domiciliar seria compatível com a preservação da saúde do ex-presidente e com a fiscalização necessária por parte do Estado.


O pedido ganha força após uma sequência de episódios médicos registrados no fim de 2025 e início de 2026.


Na última semana de dezembro, Bolsonaro passou por exames e foi submetido a duas cirurgias, uma para correção de hérnia e outra relacionada a crises intestinais recorrentes. Já nos primeiros dias de 2026, a ex-primeira-dama Michelle


Bolsonaro informou que o ex-presidente sofreu uma queda dentro da cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, batendo a cabeça em um móvel.


Após o relato, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a realização de exames hospitalares para avaliar o quadro clínico.


Além de Nelsinho Trad e Tereza Cristina, o requerimento reúne assinaturas de senadores e parlamentares de diferentes partidos e regiões do país, como Rogério Marinho, Hamilton Mourão, Sergio Moro, Damares Alves, Flávio Bolsonaro, Marcos Pontes e Ciro Nogueira.


A diversidade de apoios demonstra que o tema ultrapassa fronteiras partidárias e reacende o debate sobre critérios humanitários no cumprimento de penas, especialmente em casos que envolvem questões médicas relevantes.


A solicitação agora aguarda análise do Supremo Tribunal Federal, que deverá avaliar os laudos médicos, os argumentos apresentados e a compatibilidade do pedido com a legislação vigente.


A decisão do STF poderá estabelecer um novo capítulo no processo envolvendo o ex-presidente e também servir de referência para casos semelhantes no futuro, ao equilibrar a aplicação da lei com considerações de ordem humanitária e de saúde.



 
 
 

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