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Cyberpunch une heavy metal, distopia e teatralidade e prepara álbum de estreia, CHROMEFALL

Foto do escritor: Eric Rudhiery
Eric Rudhiery
há 6 dias
4 min de leitura

Banda paulistana formada em 2024 combina influências de NWOBHM, thrash metal e industrial, constrói um universo pós-apocalíptico nos palcos e se prepara para lançar “Drowned” e seu primeiro álbum.


Por Auctoritas Notícias | 21 de setembro de 2026


Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.
Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.

A Cyberpunch chega ao segundo semestre de 2026 com uma identidade já definida: heavy metal de base clássica, timbres modernos, elementos eletrônicos, narrativa distópica e uma proposta visual que transforma o palco em extensão das histórias contadas nas músicas.


“Fundado em agosto de 2024, o Cyberpunch é uma banda paulistana de heavy metal que incorpora influências de NWOBHM, thrash metal e industrial.”


“Com 15 shows realizados, a banda vem ampliando sua presença na cena underground e preparando o terreno para o lançamento de seu álbum de estreia, CHROMEFALL, previsto para 13 de novembro de 2026.”


“Os integrantes se conheceram por meio de anúncios nas redes sociais e realizaram o primeiro ensaio sem nunca terem se encontrado pessoalmente. Reunindo músicos de diferentes gerações e influências, a Cyberpunch desenvolveu uma intensa atividade de composição, aliando criatividade e profissionalismo desde sua formação.”


No campo sonoro, a banda cita Metallica, Iron Maiden e Rammstein como referências associadas a três eixos de sua proposta: thrash metal, heavy metal e industrial.


“Essa diversidade de influências se funde em uma sonoridade própria, marcada por timbres modernos, agressividade, refrões melódicos e sintetizadores eletrônicos.”

“Os elementos musicais são trabalhados a serviço da temática de cada composição, criando atmosferas que transportam o ouvinte para o universo distópico retratado nas músicas.”


Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.
Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.

“A identidade visual da Cyberpunch combina elementos futuristas, industriais e sombrios, com influências do cinema de terror e referências à estética de Hellraiser. Por meio de figurinos, máscaras e acessórios, a banda constrói uma atmosfera que remete ao universo pós-apocalíptico retratado nas letras. Aliada à presença de palco e à teatralidade dos músicos, essa estética transforma as apresentações em uma experiência imersiva, na qual cada composição ganha sua própria ambientação.”


“Um dos elementos centrais do espetáculo é o vocalista Netuno Balboa, que interpreta o personagem Caverox utilizando uma máscara biônica. Na segunda metade do show, a máscara é arrancada em uma cena teatral que envolve sangue falso, marcando um dos momentos mais característicos da apresentação.”


A encenação ajuda a explicar por que a Cyberpunch apresenta sua identidade visual como parte da própria experiência do show, e não apenas como recurso utilizado em fotografias, capas ou materiais promocionais.

Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.
Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.

“As composições da Cyberpunch são construídas sobre três camadas narrativas.”

“A primeira estabelece a ambientação, explorando cenários de guerra, ficção científica, BDSM e terror, com muitos elementos épicos. A segunda introduz críticas sociais, reflexões filosóficas e dilemas do mundo contemporâneo, utilizando a ficção como instrumento para abordar questões da realidade. E terceira conecta as composições por meio de elementos e pistas que, juntos, formam uma saga desenvolvida ao longo do álbum de estreia, CHROMEFALL.”


“Entre as músicas estão "Immortan War", "Furiosa" e "Gas Town", que exploram um universo pós-apocalíptico inspirado na estética de Mad Max.”


“A Cyberpunch conta atualmente com oito composições autorais, desenvolvidas coletivamente pelos integrantes, com letras assinadas pelo vocalista Netuno Balboa, sete delas estarão no álbum.”


“Essas canções já integram o repertório dos shows, permitindo que parte do público tenha contato com elas antes mesmo de suas versões de estúdio.”


“O trabalho foi produzido no Zomer Records Studio, com captação e produção de Pedro Zomer. A banda também conta com seu próprio selo, a Caverox Records.”


Antes da chegada de CHROMEFALL, a Cyberpunch vem apresentando o projeto em etapas. Os singles “Riding Worms” e “Immortan War” já foram lançados, enquanto “Drowned” está previsto para 30 de setembro de 2026, acompanhado de videoclipe.

A sequência de lançamentos funciona como uma apresentação gradual do universo que a banda pretende desenvolver no álbum de estreia.


Arte de divulgação do single “Immortan War”. Crédito: Divulgação/Cyberpunch.
Arte de divulgação do single “Immortan War”. Crédito: Divulgação/Cyberpunch.

“Desde dezembro de 2024, a Cyberpunch vem se apresentando em São Paulo e cidades vizinhas, consolidando sua atuação no circuito underground.”


“Além das apresentações, a banda já produziu seis festivais, reunindo artistas convidados da cena independente. Seu principal evento anual é o Cyberfest, que já contou com duas edições, realizadas no La Iglesia e no Burning House, reunindo bandas e público da cena metal paulistana.”


Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.
Foto: Fernanda Arantes (@nanda__arantes) / Divulgação Cyberpunch.

Quem forma a Cyberpunch

Netuno Balboa — vocal

Vocalista barítono, compositor e letrista, natural de Santos (SP). O release registra trajetória musical iniciada em 2002, passagem por duas bandas de heavy metal até 2009 e retorno às atividades em 2023. Suas referências citadas incluem Matthew Barlow, Hansi Kürsch, Bruce Dickinson, Till Lindemann e James Hetfield.


Gabriel Henrique — guitarra

Filho do baixista Cássio Henrique, da banda Vírus, Gabriel cresceu em contato com o heavy metal. Canhoto, começou a estudar de forma autodidata ainda na adolescência e ingressou na Cyberpunch em 2024. O material também registra sua participação em Mortruz, Ratlock e Kolapso.


Ruan Diego — guitarra

Autodidata desde 2018, complementou seus estudos com aulas de teoria musical. Na Cyberpunch, estreou em uma banda autoral; atualmente, também integra a Aryuz. O release cita influências de metalcore e nu metal e informa que Ruan cursa Design e Audiovisual.


Eduardo “Zedu” Domingues — baixo

Baixista há cerca de dez anos, teve contato com o rock por influência do pai e escolheu o instrumento a partir da admiração por Iron Maiden. Atua na cena de São Lourenço da Serra desde 2016 e, segundo o material recebido, integra Cyberpunch e Drop D.


Gabriel Gifoli — bateria e backing vocals

Criado em uma família de músicos, iniciou os estudos de bateria aos oito anos sob orientação do pai, Francesco Gifoli. Mantém trajetória em bandas desde 2007, com passagens por Hawker Hart e Sangre, e atualmente integra Cyberpunch, Aryuz e Darchitect. Também estudou canto e responde pelos backing vocals da banda.

Serviço e canais oficiais

Instagram @cyberpunch_metal

TikTok @cyberpunch_metal

Spotify Artista: Cyberpunch

Videoclipe “Immortan War” youtu.be/-TophvXVMTM

Videoclipe “Riding Worms” youtu.be/7lOc5nAihj0



Notas da redação

Os trechos apresentados entre aspas foram reproduzidos literalmente a partir do material fornecido pela banda, sem alterações de conteúdo, redação, pontuação ou construção gramatical.


Editado e revisado pelo diretor de Marketing Eric Rudhiery Albuquerque.


 
 
 

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